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Compromissos e cuidados ao ter um pet em casa

  1. 15 Mai 2019
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Compromissos e cuidados ao ter um pet em casa

No Brasil, 44,3% das residências possuem pelo menos um cachorro e 17,7% têm um gato, como revelou o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número de animais de estimação nas casas brasileiras não deixa dúvida dos benefícios que eles trazem para os moradores.

Ter um companheiro fiel ao lado dos residentes e tutores, no entanto, requer uma rotina de cuidados que nem todos estão preparados para isso. Sobretudo, quando se leva em conta dos anos de vida de um pet. É muito trabalho, compromisso e comprometimento em todas as fases da existência do pet.

Atenção com a saúde, o que inclui visitas periódicas ao veterinário; alimentação; passeio; conforto; segurança; e carinho são compromissos que os donos assumem por longos anos de vida. Sem contar o preço que se tem que pagar, que não sai barato. Claro que nada neste mundo paga a alegria de ter uma pet fazendo a festa quando se chega da rua.

Alguns pontos são muito importantes quando um animal de estimação chega a um novo lar, a um ambiente desconhecido. É preciso desde cedo entender que o pet vai depender de você para tudo. Ou seja, não só a casa, com bom lugar para dormir, ambiente arejado ou boa alimentação, tem que estar preparada, mas a cabeça do tutor também.

Necessidades básicas

O comportamento é diferente de animal para animal, como por exemplo cães e gatos, que dominam as preferências nos lares do país. No caso das necessidades básicas, os felinos são independentes, procurando sempre suas caixas de areia.

Já os cães precisam de algum preparo para fazer xixi ou cocô no lugar certo, principalmente os filhotes, que dependem muito da paciência dos tutores nos primeiros meses de vida. É preciso demarcar o local, usando jornal, algum tipo de atrativo ou a própria urina do cachorro, para ele se acostumar com o lugar certo de fazer suas necessidades.

Itens básicos e passeios

Alguns itens básicos devem ser providenciados desde o início, caso de uma cama ou caixinha, de material lavável, para facilitar a limpeza. Para os maiores, a cama é o ideal, enquanto a caixinha vai bem para os de pelo curto, por sentirem mais frio. Também é uma atitude básica providenciar outros itens como recipiente para água e ração, coleira com identificação e guia leve, escova de dente e brinquedos.

Na alimentação, recomenda-se que, até um ano, você use comida de filhote, passando depois para a de adulto. A partir dos oito anos, o ideal é manter uma alimentação de idoso. Rações especiais só devem ser adotadas segundo orientação do veterinário, que também indicará o tamanho da porção diária.

Você também deve acostumar o cão a passear logo cedo, embora alguns veterinários defendam que o animal só pode ir à rua após completar todo o ciclo de vacinação, que leva de cinco a seis meses. Para outros, quanto mais cedo iniciar a rotina de passeio, melhor para a socialização do animal, além fortalecer o seu sistema imunológico, pois ele terá logo cedo contato com vírus e bactérias.

Rotina diferente

Quem leva para casa um gato tem uma rotina mais tranquila, o que não quer dizer que não terá trabalho. Se de um lado você não precisa levar o gato para passear, do outro tem que ter um arranhador disponível, pois, do contrário, seus móveis correrão perigo.

Os felinos, assim como os cães, também precisam de brinquedos apropriados, de preferência que permitam ocupar espaços mais altos. Esse mesmo hábito exige cuidados como proteger janelas, para que não pulem, e retirar tudo que pode cair nesses passeios adorados por eles.
 

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