Blog

Hora de programar sua viagem sem seu pet

  1. 11 Out 2016
  2. 708
Hora de programar sua viagem sem seu pet

Final de ano se aproximando na velocidade da luz, para muitos é tempo de programar aquelas merecidas férias ou aquela viagem tão sonhada. Para quem tem pet em casa, surge a dúvida: levar ou não seu animal de estimação. Uma boa opção para quem não pode ter cães e gatos como companheiros de viagem é recorrer a um hotel. Outra saída é optar por uma pet sitter. Veja algumas dicas importantes.

# Quando os proprietários de pet viajam em feriados ou períodos curtos, costumam deixar seus cães e gatos em hotéis ou sob cuidados de uma pet sitter. Qual é a opção mais indicada? Tudo depende do perfil do animal e é ideal pensar em qual ambiente o pet vai se adaptar melhor. 

Cães ativos, grandes, brincalhões tendem a ficar bem em hotel. Lá poderão brincar com outros pets e interagir com humanos, sentindo menos a falta do tutor. Para um animal idoso, quieto, e até mesmo para aqueles que são medrosos e com menos atividades diárias, a melhor opção é a pet sitter. O animal permanece em casa, não se estressa com transporte e mudança de ambiente, e a pessoa vai até ele para cuidar da alimentação e das tarefas de rotina, inclusive passeios. A pet sitter é melhor opção para os gatos. 

# Se o pet for para um hotel, quais os principais cuidados a serem tomados? O primeiro passo é visitar o local e conversar com os profissionais responsáveis pelo manejo com os pets. Fique atento à higiene e a segurança do espaço. Um item importante a observar é se o hotel hospeda somente animais sadios com a carteira de vacinação em dia. 

Decidido o espaço, faça uma avaliação médica do animal e verifique se a carteirinha de vacinas está em dia, além do vermífugo, do antipulgas e do carrapaticida que devem ser aplicados preferencialmente na semana anterior à estadia no hotel. Imunização contra gripe e raiva são fundamentais. 

Além da avaliação médica, é importante fazer uma avaliação comportamental e adotar medidas pontuais que auxiliem na minimização do estresse. É necessário levar os acessórios e a ração que o pet costuma utilizar em casa, além da cama e cobertores que trazem o cheiro do lar, a fim de não alterar ainda mais a rotina. 

Alguns veterinários costumam recomendar florais para minimizar o estresse do pet e facilitar sua adaptação ao ambiente. Importante verificar como ocorre o manejo dos animais no hotel e se há supervisão de profissionais capacitados durante as atividades. Isso evita o risco de acidentes entre cães de diferente porte. 

# E caso o tutor opte por uma pet sitter, o que deve observar? Caso o tutor opte por manter o animal em casa e escolha por um serviço de pet sitter, o primeiro passo é verificar as referências desta pessoa. Certificado de que o profissional realmente tem capacidade para lidar com o pet na sua ausência e lhe traz segurança, convide-o para visitar a sua casa para que observe o comportamento do animal e se familiarize com suas particularidades. 

Neste momento, além de repassar detalhes importantes sobre a rotina do animal à babá, como alimentação, passeios e medicações, promova a socialização entre a pet sitter e o pet. Isso facilita muito a convivência na ausência do tutor. 

Também é necessário deixar ao profissional o telefone e endereço das clínicas veterinárias que atendem ao seu pet para que ele possa utilizar em caso de emergência. As mesmas orientações valem para amigos, parentes ou vizinhos que se disponham a ficar com o animal durante a ausência do tutor. Avalie a competência da pessoa e se ela realmente conseguirá cuidar do pet com tranquilidade. É fundamental que esta pessoa goste de animais. 

# Em caso de viagens é preciso evitar ao máximo que a saída da rotina estresse o pet, especialmente se ele não estiver acostumado a andar de carro. Neste sentido, algumas semanas antes do passeio comece a fazer voltas curtas de automóvel com o animal pelo seu bairro. Providencie ou verifique se o cinto de segurança do pet ou a caixa de transporte estão corretos e cuide para que a temperatura do carro esteja agradável. 

Lembre de levar água e ração suficientes para a viagem e o período em que estarão fora. É recomendável que, em viagens longas, o tutor providencie paradas a cada duas horas para que o pet possa se movimentar, esticar as patas e fazer suas necessidades fisiológicas, além de oferece água em pouca 

Em viagens longas a orientação é que o pet faça um jejum de três horas. Interessante levar ao veterinário para assegurar a sanidade do pet e verificar a carteira de vacinação. Se a viagem for de avião certifique-se previamente das normas da companhia e da necessidade, ou não, do certificado zoossanitário.

Fonte: Portal Fator Brasil

Deixe um Comentário

Curta nossa página

Posts Recentes